O processo trabalhista movido por uma ex-funcionária contra Isis Valverde voltou a repercutir e ganhou novos desdobramentos. A ação, que já havia sido revelada anteriormente pela imprensa, envolve alegações relacionadas às condições de trabalho da colaboradora.
Segundo a defesa da atriz, o caso foi encerrado há meses e teve um desfecho diferente daquele que vem sendo retratado em algumas publicações. De acordo com o advogado Ricardo Brajterman, a ex-funcionária teria solicitado cerca de R$ 400 mil em indenização, mas a disputa terminou em um acordo no valor de R$ 30 mil.
Em entrevista ao portal LeoDias, o defensor contestou as acusações sobre supostas jornadas excessivas e acúmulo de funções, afirmando que todas as obrigações trabalhistas foram cumpridas. Ele também destacou que a rotina profissional de Isis, marcada por gravações e viagens frequentes, tornaria incompatíveis algumas das alegações apresentadas no processo.
Além disso, a defesa afirmou que a atriz vem sendo alvo de críticas e ataques nas redes sociais desde que o caso voltou a repercutir. Segundo Brajterman, medidas judiciais poderão ser tomadas contra pessoas que estejam divulgando conteúdos considerados ofensivos à imagem da artista.
Até o momento, Isis Valverde não se pronunciou publicamente sobre o assunto.
Ao portal LeoDias, Ricardo Brajterman declarou: “Matérias jornalísticas vêm divulgando, de forma tendenciosa e parcial, um processo trabalhista encerrado há meses, apresentando apenas os argumentos da reclamante. A autora buscava cerca de R$ 400 mil em indenização, mas o caso terminou em um acordo de R$ 30 mil. Fossem verdadeiras as acusações, ela provavelmente teria insistido no valor inicialmente pedido.”
O advogado também rebateu as alegações sobre as condições de trabalho da ex-funcionária: “Quem ataca Isis não sabe que, durante o período em que trabalhou para a atriz, a reclamante ganhou um curso e uma casa. Ela foi tratada com educação, carinho e dentro do que determina a legislação trabalhista. É completamente mentirosa a alegação de que trabalhava 12 horas por dia com apenas 20 minutos de descanso, assim como a acusação de acúmulo de funções. Isis passa boa parte da vida fora de casa por conta do trabalho e de compromissos familiares, o que torna essas alegações incompatíveis com a realidade.”








